Câmara e Prefeitura conhecem projeto de combate ao Bullying em Indaiatuba

A presidente da Câmara, Naiara Hendrikx, e a supervisora municipal de Educação de Holambra, Renata Porreca, estiveram na manhã do último dia 29 de maio na Câmara de Indaiatuba, onde conheceram e acompanharam o Cine Debate, um projeto de combate ao bullying, desenvolvido junto aos alunos na rede municipal de ensino de Indaiatuba.

O objetivo desse projeto é criar uma rede de apoio que esclareça a gravidade do problema e ampare vítimas em potencial. A iniciativa de criar o Cine Debate partiu do presidente do Legislativo de Indaiatuba, vereador Hélio Ribeiro. A visita de Naiara e Renata teve como objetivo observar a dinâmica do encontro e analisar a possibilidade de realizar um projeto semelhante em Holambra.

“É um assunto de extrema importância que deve ser discutido entre jovens, pais, professores e psicólogos. É necessário conter esse comportamento que faz muitos sofrerem em silêncio e pode levar a sérias consequências”, avaliou Naiara.

Um grito de socorro

Cerca de 100 alunos assistiram ao filme holandês Um Grito de Socorro (Regret!), que aborda de forma contundente o tema. Em seguida, participaram de um bate-papo com a psicóloga Sílvia Cavalleri, que os orientou não apenas como identificar casos de bullying, mas também como auxiliar para que ele não tenha continuidade.

De acordo com a psicóloga, “os insultos ou ameaças a todo dia e a toda hora vão virando rotina e é coisa comum para quem assiste. O Bully (ou valentão) quase sempre alega que seu modo de agir não é tão sério assim, age sempre em grupo, como se fosse um líder, e os outros lhe dão suporte e a plateia que tanto deseja”.

Sílvia Cavalleri destacou ainda a importância em discutir o tema e observar o comportamento dos jovens: “Promover a exposição de casos e situações ajuda o grupo a se fortalecer e sinalizar os casos, acolhendo a vítima. A família também se conscientiza e pode passar a buscar ajuda e orientação, quando percebe que a criança e ou adolescente mudou o comportamento”, esclarece a psicóloga.

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