O Atlético Paulista entrou
em campo fazendo barulho, ou
seja, em meio a um foguetório.
Tudo isso para tentar diminuir
a euforia dos torcedores do Palmeirinha,
que lotou o campo
para assistir a partida.
Jogando em casa e empurrado
pela torcida, o Palmeirinha
buscava coroar a fantástica
reação que conseguiu durante
o torneio, sendo considerado a
surpresa do campeonato. Já o
Atlético Paulista, dono da melhor
campanha veio para decisão
confirmar o desempenho ao
logo da competição.
O jogo iniciou nervoso e
bastante disputado no meio
de campo, porém, com poucas
chances de gols. Os times abusaram
errando nos passes.
A boa chance de gol sai na
metade do primeiro tempo
dos pés de Edvaldo, do Atlético
Paulista. A partir então, Clésio
começou a mostrar suas habilidades
e importunar a defesa do
Palmeirinha.
No fim do primeiro tempo,
numa jogada individual, Clésio
foi derrubado dentro da área.
Ele chamou a responsabilidade
para si, cobrou o pênalti e abriu
o marcador.
2° tempo
Além de iniciar o segundo
tempo atrás no placar, o Palmeirinha
teve um jogador expulso
(JanCarlos). Mesmo assim, a equipe voltou pressionando em
busca do empate.
Logo no início, uma cobrança
de falta levou perigo ao gol
do Atlético e fez a torcida do
Palmeirinha se levantar. Mas o
dia era de Clésio, que voltava a
incomodar a defesa do adversário.
Aos 25 minutos da etapa final,
Reinaldo do Atlético perdeu
o gol “mais feito” da partida.
A partir daí só deu Atlético
e numa jogada de habilidade e
força, Erivaldo ampliou para o
time. Em seguida, aos 33 minutos
Anderson, que tinha abado
de entrar, fechou a conta, com o
terceiro gol.
Para Manga, um dos diretores
do Atlético, o time recebeu
duras críticas sobre comportamento
no início do campeonato.
“Porém, mostramos que viemos
jogar, sem violência, e que merecíamos
chegar onde chagamos”.
O diretor comentou que exigiu
do time disciplina e uma
demonstração em campo de
um bom futebol. “Motivados, os
jogadores conseguiram corresponder
as nossas expectativas e,
assim, conseguimos o título”.
O jogo foi apitado por Antônio
Enildo Perasol, que teve
como auxiliares Ivan Pinheiro e
André Silva.
Premiação
A premiação foi entregue
por Capato; o vereador Wilson
Barbosa (Bigode/PP); proprietário
do campo, Sr. Antônio, o
organizador do torneio, Marcelo
Reis e representantes dos patrocinadores
e colaboradores,
como Eduardo da Silva, conhecido
como Pernambuco. O time
campeão levou o troféu Arcádio
Esperança.
Capato comentou da satisfação
em apoiar a realização
do campeonato e salientou a
história de luta pelo esporte
no município feito por Arcádio.
“Ele batalhou numa época em
que não havia Prefeitura e nem
investimentos públicos para
incentivar a prática de esporte.
Hoje, estamos seguindo o ideal
que ele nos deixou: que é a promoção
da atividade”.
O ex-prefeito parabenizou
a todas as equipes que participaram
e adiantou apoio a torneios,
como Sub-20, sub-17 e
feminino.