Trafegar pelas estradas rurais
de Holambra pode ser uma
aventura. Mas para os produtores
rurais do município e quem
trafega pelo local, elas têm se
tornado sinônimo de prejuízo e
perigo.
São buracos e crateras formadas
nas estradas de chão
- também aquelas asfaltadas
- que cheios d’água impossibilitam
a visão dos motoristas,
como ocorre em Alegre, Palmeiras
e Palha Grande.
Caixas de contensão e bueiro
foram levados pelas enxurradas
e o assoreamento, devido as
águas vindas das propriedades
rurais, danificou mais ainda as
estradas.
Se não bastasse os buracos,
em muitas estradas, o mato
invadiu as vias. Nos locais em
que havia calçamento, como na
estrada ao lado do condomínio
Nova Holanda, por falta de manutenção
o calçamento foi destruído.
Uma das melhores vias é a
que liga Holambra ao Bairro
Palmeira. Porém, mesmo sendo
asfaltada, buracos apareceram e
escondem um perigo para quem
transita, especialmente à noite.
A principal atividade econômica
de Holambra sai dos sítios
e fazendas, servidas por essas
estradas. Elas ligam as propriedades
rurais ao centro da cidade
e às principais rodovias que
cortam o município para o escoamento
da produção.
Para amenizar o problema
caótico destas estradas, alguns
produtores compram caminhões
de entulho e tentam resolver
o problema. A situação
destas estradas já foi alvo de
diversas reclamações na Câmara
Municipal e, com o aumento
das chuvas, tem cada vez mais
se tornado cada dia pior.
Holambra possui 72 quilômetros
de estradas rurais que
servem a 348 propriedades. O
principal setor na agricultura é
a produção de flores e plantas,
localizado na zona rural. Em seguida
vem citrus (limão e laranja) e, depois, produção de grãos
(milho, soja e feijão).
O Jornal da Cidade entrou
em contato com o Departamento
Municipal de Obras. Mas até
o fechamento desta edição não
obteve retorno. (E.D)