Dez computadores, uma impressora,
uma sala com gabinetes individuais e um sistema de segurança
para evitar possíveis danos aos equipamentos. Montado na
escola Parque dos Ipês, o laboratório de informática é mais uma
meta cumprida pelos governos municipal e federal e integra o Plano
de Ações Articuladas (PAR) implantado em Holambra com a ajuda
do Ministério da Educação.
Intitulado de Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo),
o laboratório tem por objetivo promover o uso pedagógico da
informática na rede pública de ensino fundamental e médio. “O ProInfo é
direcionado aos professores, gestores e alunos e conta com três frentes”,
destacou a diretora municipal de Educação, Lúcia Baião.
A primeira fase, completou Lúcia, já foi cumprida: oferecer recursos
e infra-estrutura para a instalação do laboratório. “A zona urbana
recebeu 10 computadores e a rural receberá cinco e o laboratório será
na escola Recanto das Palmeiras”, disse.
A segunda etapa está em andamento
e consiste em capacitar professores e gestores. “Teremos
um professor multiplicador para capacitar os demais profissionais”,
explicou Lúcia, ao apontar que o professor Altair da Silva Ferreira,
em fase de treinamento, será responsável em passar as orientações
aos demais profissionais da rede.A terceira fase será a oferta de conteúdos
e todos os micros estão equipados com o Linux Educacional,
sistema que disponibilizará aos professores desde os conteúdos
da Biblioteca Virtual – com obras de centenas de escritores – até
conteúdo de todas as disciplinas e do TV Escola.
O multiplicador adiantou que, após terminar seu treinamento, oferecerá
três horários aos professores, sendo duas horas/aula, duas
vezes por semana. No total, serão 40 aulas direcionadas aos 120 professores,
cinco diretores, cinco coordenadores e pessoal de apoio.
“De 27 a 30 de outubro o MEC promoverá o Encontro Nacional de
Formadores do ProInfo, em São Paulo, e nesta reunião todos os
multiplicadores receberão as orientações básicas para a capacitação
dos profissionais”, disse Ferreira.
Para garantir o urso correto e a
capacitação, o espaço contará com auditorias do MEC. Ferreira apontou
que o MEC também saberá se os professores foram capacitados
a partir da matrícula individual de cada profissional. “É uma forma de
controle e de verificar o uso correto dos equipamentos”, completou.
Os professores capacitados poderão usar o laboratório para
ministrar aulas. “O alvo do programa é o aluno e o laboratório será
um complemento da sala de aula”,
finalizou a diretora.