O Cartório Eleitoral de Mogi
Mirim realizou na manhã de quarta-feira, dia 17, um treinamento para
46 holambrenses que vão trabalhar na eleição municipal. As instruções
ocorreram no plenário da Câmara Municipal e foram ministradas por
funcionárias do cartório.
  Participaram do treinamento
presidentes, secretários e mesários de seções eleitorais e foram apresentados
o funcionamento da urna eletrônica e os procedimentos que
devem ser adotados no dia da eleição, 5 de outubro.
A analista judiciária do Cartório,Clarissa Bertholi Dias, explicou que
no treinamento são apresentados algumas mudanças eleitorais e como
mesários devem agir em situações incomuns que, às vezes, acontecem
durante a votação. “Quem trabalha no dia da eleição, além de exercer a
democracia, acompanha como funciona o processo eleitoral”.
  Gizeli Lima Melo de Almeida trabalhará
pela quarta vez em uma eleição. “A atividade é uma oportunidade
para conhecer o funcionamento da escolha dos administradores”.
Já Tiago Carvalho foi convocado pela primeira vez. “Espero que tudo
corra bem na minha seção”. Conforme estabelece a lei, os
mesários não são remunerados, mas cada convocado receberá auxílio-
alimentação e será dispensado do serviço (público ou privado),
mediante declaração expedida pelo juiz eleitoral, pelo dobro dos
dias que tiver ficado à disposição da Justiça Eleitoral, sem prejuízo do
salário, vencimento ou qualquer vantagem.
 Hora da decisão Faltam 16 dias para os 8.743 holambrenses escolherem prefeito, vice-prefeito e vereadores. Clarissa
ressaltou que Holambra não terá segundo turno. “Somente municípios
com mais de 200 mil habitantes podem ter um segundo dia de
votação”. Na cidade, os eleitores estão divididos em 23 seções distribuídas
nas escolas Ibrantina Cardona, Jardim das Primaveras e
Parque dos Ipês.
 A analista informou que os eleitores
podem votar com título de eleitor ou documento que tenha
foto, como RG. “No dia da votação o eleitor pode utilizar camisa, boné
ou bóton de partidos ou candidatos”, disse, ao completar que o eleitor
também pode levar a ‘cola’, com nome e número do candidato. Para
a analista, votar é exercer o direito de cidadania. “Quem deixa de ir às
urnas fica proibido de prestar concurso público, tirar novos documentos
e se inscrever em instituições públicas”.